Ponto final.

Foto: Divulgação/Forbes

Faz muito tempo que não apareço aqui desde o último post. E adivinha? Hoje vou falar sobre filme, de novo, da Marvel, de novo. Não sei se tenho condições, porque sou o tipo de pessoa que quando gosta de uma coisa, gosta de verdade, vive aquilo como se fizesse parte da minha vida. E quando acaba, me deixa um vazio enorme.

O quanto é difícil dizer adeus? Para um familiar, amigo, bichinho de estimação... Vivemos o presente, mas sempre torcendo para que algumas situações durem para sempre. Eu, por exemplo sou assim. Gostaria que alguns momentos paralisassem só para eu vivê-los para sempre, mas pensando bem, também é gostoso passar por fases e pensar: "Nossa, como era bom naquela época."

E foi assim. Tudo começou em 2012, quando minha mãe teve uma lição de casa  sobre o filme Vingadores, no curso que ela fazia. Sentei ao lado dela para assistir o filme, ainda tínhamos televisão de tubo. Foi ali que pensei: "Caraca, que filme legal, tem mais?". Claro que eu lembrava de ter assistido Homem de Ferro, O Incrível Hulk... mas até então, não tinha me despertado o mesmo sentimento que tenho quando vejo alguma animação da Disney.

A partir dali, pesquisei sobre os filmes que já existiam, dava um jeito de assistir online, baixava fotos do Tumblr (e àquela época eu era Team Cap). Minha paixão por super heróis foi crescendo. Comecei a ver os futuros filmes no cinema com a minha mãe. Nunca esquecerei que levei um tombo e fiquei com o joelho inteiro roxo só pra conseguir a primeira sessão de Capitão América: Guerra Civil. Cheguei a assistir um dos filmes da franquia sozinha também. E o primeiro filme no cinema com o meu namorado foi Homem Aranha: De Volta ao Lar.


Foto: Reprodução/Adoro Cinema

Chorei com as diversas mortes do Loki; torci todas as vezes para o Homem de Ferro; senti a morte do Pietro; torci pelo casamento da Pepper com o Tony; chorei com a morte do Fury; fiquei com raiva do Bucky; dei muitas risadas com o Drax; torci para o Loki; me apaixonei pelo Rocket, vulgo lebre; quis morar em Wakanda; compreendi as razões do Thanos; fiquei até o final de cada filme esperando a cena pós-crédito (até em Era de Ultron) e, por fim, vivi todos os filmes.

É triste pensar que uma saga chega ao fim. Mas, nada dura para sempre. O velho precisa dar lugar ao novo, deixando as melhores lembranças para quem acompanha. O sentimento que fica é de gratidão, pelos personagens, por cada história, por todos os momentos. Vingadores: Ultimato é o fechamento de um ciclo vitorioso, sofri, ri, chorei, torci, chorei, ri, chorei de novo. Um trabalho de 11 anos com um roteiro feito para quem é fã. O que acontece nesse filme é maravilhoso. É nele que você entende o que é ser um super-herói.

"Algumas pessoas superam. Mas não nós." É esse sentimento que estou depois desse filme. Vai ser difícil superar o que senti no momento de diversos acontecimentos. Mas, para falar a verdade, foi um final digno e lindo. Obrigada, Marvel, por nos proporcionar tantos sentimentos em um único filme. 


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